48 anos de inquietação: uma história que começou nos canteiros e hoje está redesenhando a forma de morar

Sumário

Em quase cinco décadas, a Beco Castelo transformou experiência em inovação, entregou mais de 2 mil lares e chega aos 48 anos apresentando um novo conceito de moradia

Em quase cinco décadas de atuação na construção civil em Santa Catarina, a Beco Castelo construiu mais de 2 mil lares e transformou experiência em inovação na construção civil. Com uma trajetória marcada pelo desenvolvimento de empreendimentos imobiliários na Grande Florianópolis e por novas formas de pensar a moradia, a construtora chega aos 48 anos apresentando o Park Haus, um novo conceito de morar que propõe uma relação diferente entre apartamento, garagem e circulação.

Algumas empresas crescem porque acompanham o mercado.

Outras crescem porque ajudam a transformá-lo.

A história da Beco Castelo pertence à segunda categoria.

Há 48 anos, a empresa nasceu de uma inquietação: a vontade de construir, aprender com cada obra e encontrar maneiras melhores de fazer aquilo que já fazia parte da rotina de José Castelo Deschamps.

Antes de ser empresário, ele foi servente de pedreiro. Trabalhou em canteiros de obras, estudou à noite, foi almoxarife, gerenciou construções e aprendeu a conhecer a construção civil de dentro para fora.

Essa experiência se transformou em uma forma de enxergar o mercado.

Para José Castelo, cada obra poderia ensinar alguma coisa. Cada projeto poderia ser melhor que o anterior. E cada necessidade percebida no cotidiano poderia se transformar em uma nova solução.

Foi assim que uma trajetória iniciada nos canteiros de obras chegou, quase cinco décadas depois, à criação de um novo conceito de moradia.

Antes da Beco Castelo, veio a vontade de construir

A relação de José Castelo Deschamps com a construção civil começou ainda na adolescência.

Aos 14 anos, ele foi para Florianópolis trabalhar como servente de pedreiro. Durante o dia, atuava nos canteiros. À noite, estudava.

A construção passou a ser, ao mesmo tempo, trabalho e escola.

Com o passar dos anos, vieram novas responsabilidades. Trabalhou como almoxarife em grandes obras, conheceu diferentes etapas de uma construção e, ainda jovem, recebeu a oportunidade de gerenciar uma obra em Itapema.

Foi ali que começou a enxergar a construção de outra maneira: não apenas como quem executa, mas como quem precisa compreender todo o processo.

Projeto. Material. Mão de obra. Documentação. Financiamento. Cliente. Entrega.

Esse conhecimento seria fundamental para o próximo passo.

Quando a primeira casa virou o começo de tudo

Em 1976, José Castelo tinha uma motocicleta Honda, comprada depois de conquistar uma remuneração melhor.

Mas decidiu trocar o veículo por materiais de construção.

A intenção era construir sua primeira casa em Biguaçu.

O dinheiro acabou quando a obra chegou à metade. A solução foi vender o imóvel ainda em construção.

A casa que poderia ter sido apenas sua primeira residência acabou se tornando o primeiro capítulo de uma trajetória empresarial.

A partir dali, José Castelo passou a construir casas por conta própria. Cuidava da documentação, buscava financiamento para os clientes, administrava as obras e acompanhava a entrega.

Ele ainda não tinha uma grande estrutura empresarial.

Tinha conhecimento, disposição para trabalhar e uma vontade clara de crescer construindo.

Em 1978, essa trajetória ganhou um novo nome.

Nascia a Beco Castelo.

Construir. Aprender. Fazer diferente.

Desde os primeiros projetos, a Beco Castelo desenvolveu uma característica que permanece presente até hoje: a busca por evolução.

Em 1983, a empresa construiu seu primeiro edifício, o Edifício Carlos Magno, em São José, com 24 unidades.

Depois dele, vieram outros projetos e novas perguntas.

Como melhorar a experiência de quem mora?

O que pode facilitar o dia a dia?

O que as pessoas ainda não perceberam que precisam?

Essa forma de observar o comportamento dos moradores ajudou a empresa a desenvolver soluções que, posteriormente, se tornariam cada vez mais comuns no mercado imobiliário.

Em um dos primeiros projetos, por exemplo, a empresa pensou em um espaço coletivo para guardar bicicletas. Pouco depois, no Edifício Ouro Fino, no Estreito, surgiu uma pequena área de armazenamento junto às garagens.

Hoje, espaços desse tipo são conhecidos como hobby box.

Na época, ainda eram novidade.

Esse é um dos traços que ajudam a explicar a trajetória da Beco Castelo: não esperar que uma tendência apareça para depois incorporá-la, mas observar o comportamento das pessoas e antecipar possibilidades.

Essa visão também ajuda a explicar a relação da empresa com a inovação na construção civil.

48 anos depois, a pergunta continua sendo a mesma

O mercado imobiliário mudou.

As cidades mudaram.

As famílias mudaram.

A maneira como as pessoas trabalham, se deslocam e vivem também mudou.

Mas uma coisa permaneceu: a inquietação.

Ao longo de quase cinco décadas, a Beco Castelo entregou mais de 2 mil lares e construiu uma trajetória baseada na experiência adquirida em cada novo projeto.

Hoje, a empresa reúne cerca de 200 colaboradores e gera mais de 500 empregos por meio de contratos com empresas terceirizadas.

Mas o próximo passo da história não está apenas no tamanho da empresa.

Está na maneira como ela propõe pensar a moradia.

Porque uma construtora não transforma o mercado apenas pelo número de empreendimentos que entrega. Também pode transformá-lo pelas perguntas que decide fazer antes de começar cada novo projeto.

Park Haus: quando a inquietação vira um novo conceito

Em 2025, a Beco Castelo apresentou o Park Haus.

Mais do que um novo empreendimento, o projeto nasce de uma proposta diferente de relação entre moradia, circulação e estacionamento.

No conceito, o morador estaciona o carro em uma garagem integrada ao próprio apartamento, dentro de uma estrutura formada por ruas internas e rampas independentes.

A ideia foi registrada junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), consolidando uma solução desenvolvida pela empresa para repensar a experiência de chegada e circulação dentro de um empreendimento residencial.

Para José Castelo Deschamps, o conceito representa uma nova possibilidade dentro da evolução dos modelos de moradia.

Se a casa, o edifício, o condomínio horizontal e as casas geminadas representam diferentes formas tradicionais de morar, o Park Haus propõe uma quinta possibilidade.

E é justamente aí que a história encontra o futuro.

O primeiro capítulo do Park Haus será em Cacupé

O primeiro empreendimento com aplicação do conceito será construído em Cacupé, em Florianópolis.

Mas ele não será o único.

Outros dois projetos estão em desenvolvimento: um na região insular e outro na área continental de Florianópolis.

É uma escala muito diferente daquela primeira casa construída em Biguaçu.

Mas existe uma ligação direta entre os dois momentos.

A mesma inquietação que fez José Castelo trocar uma motocicleta por materiais de construção é a que hoje impulsiona a busca por uma nova maneira de morar.

A diferença está na escala.

A essência continua a mesma.

Da experiência à inovação

A história da Beco Castelo mostra que inovação arquitetônica não precisa começar com uma grande tecnologia ou com uma tendência internacional.

Pode começar observando.

Observando como as pessoas vivem.

Como chegam em casa.

Como utilizam os espaços.

O que facilita suas rotinas.

E, principalmente, aquilo que ainda pode ser melhor.

Essa perspectiva permite que a experiência acumulada ao longo de décadas seja transformada em novos projetos e soluções.

É assim que conhecimento deixa de ser apenas memória e passa a ser ferramenta para construir o futuro.

No caso do Park Haus, essa transformação acontece ao repensar uma parte tão cotidiana da vida quanto a chegada em casa.

O resultado é um conceito que aproxima circulação, estacionamento e moradia de uma maneira diferente da tradicional.

O futuro também se constrói

Ao olhar para os 48 anos de história da Beco Castelo, é possível encontrar muitos números importantes.

Mais de 2 mil lares entregues.

Quase cinco décadas de atuação.

Centenas de profissionais envolvidos nessa trajetória.

Novos empreendimentos.

Bilhões em investimentos projetados.

Mas talvez o principal número não seja nenhum deles.

É o número de vezes em que a empresa decidiu perguntar:

“E se fizéssemos diferente?”

Foi essa pergunta que levou um servente de pedreiro a se tornar empresário.

Foi essa pergunta que ajudou a construir uma empresa.

Foi essa pergunta que trouxe novas soluções para seus empreendimentos.

E é essa mesma pergunta que hoje está por trás do Park Haus.

Porque, para a Beco Castelo, inovar nunca foi simplesmente acompanhar aquilo que está em alta.

É olhar para o que existe, entender o que pode ser melhor e ter coragem para construir o que ainda não existe.

A construção civil continuará mudando.

Novas tecnologias chegarão. Novos materiais serão desenvolvidos. Novas formas de projetar e construir serão incorporadas ao mercado.

Mas, no fim, toda inovação relevante precisa responder a uma necessidade humana.

É por isso que o futuro da moradia não está apenas em edifícios mais modernos.

Está em criar espaços que façam mais sentido para a vida das pessoas.

E essa busca acompanha a Beco Castelo desde o início.

Há 48 anos, a Beco Castelo constrói muito mais do que empreendimentos. Constrói novas possibilidades.

O novo não é tendência. É essência.

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