
Um projeto da Beco Castelo que transforma a chegada em casa e propõe uma nova relação entre arquitetura, mobilidade, natureza e tempo.
Existem projetos que começam pelo desenho de uma planta. Outros começam por uma pergunta.
No caso do Park Haus Cacupé, a pergunta surgiu a partir de uma situação vivida em Florianópolis e evoluiu durante mais de duas décadas de estudos, desenvolvimento e engenharia: e se fosse possível repensar completamente a forma como chegamos em casa?
O resultado é um empreendimento que tem como principal inovação a garagem integrada ao apartamento, conectada às residências por um sistema de rampas e vias internas.
Mais do que um diferencial arquitetônico, o conceito muda uma etapa presente todos os dias na rotina de quem mora em um edifício: a chegada.
Como funciona o Park Haus?
No modelo convencional de edifícios residenciais, o morador estaciona em um pavimento de garagem e utiliza elevadores ou escadas para chegar até sua residência.
No Park Haus, essa lógica muda.
O empreendimento foi projetado com circulação interna de automóveis e rampas que levam o veículo aos pavimentos residenciais, permitindo que a garagem multiuso esteja integrada à experiência da unidade.
O próprio projeto organiza circulação de automóveis, rampas, calçadas, unidades residenciais, ventilação e varandas como partes de um mesmo sistema. As vias internas contam ainda com calçadas acessíveis, enquanto o projeto privilegia ventilação e iluminação naturais durante o percurso.
A proposta é fazer com que a transição entre chegar ao empreendimento e entrar em casa aconteça de maneira mais direta.
Compras, malas, objetos pessoais e diferentes demandas da rotina deixam de exigir necessariamente o percurso tradicional entre garagem, elevador e apartamento.

A garagem passa a fazer parte da casa
No Park Haus, a garagem não é tratada apenas como o espaço destinado ao automóvel. Ela é associada diretamente à residência e pensada para assumir uma relação mais próxima com a rotina dos moradores. Essa característica aparece nas diferentes tipologias do empreendimento, das unidades de duas suítes às plantas maiores de quatro suítes. A ideia é transformar um espaço normalmente isolado do apartamento em parte da experiência residencial.
Arquitetura pensada a partir da experiência
A inovação do Park Haus não se resume às rampas e ruas e demandou muito estudo da equipe da Beco Castelo, juntamente com o Grupo Methafora. O projeto arquitetônico é da Metháfora Arquitetura, enquanto o projeto de interiores das áreas comuns e o paisagismo são da Metháfora Interiores.
A proposta combina arquitetura, engenharia, paisagismo e soluções voltadas ao conforto cotidiano.
Nas áreas residenciais, o projeto utiliza pé-direito elevado e esquadrias do piso ao teto, recursos que favorecem iluminação natural, ventilação e integração com a paisagem. Os ambientes sociais também estabelecem uma relação direta com as varandas gourmet.
Essa integração aparece como uma constante nas plantas: living e cozinha compartilham a área social, enquanto varandas e gardens aproximam os espaços internos das áreas externas.
Apartamentos de 2, 3 e 4 suítes
O Park Haus reúne diferentes configurações residenciais distribuídas entre pavimento Garden, pavimento tipo e cobertura.
As plantas foram desenvolvidas com dois, três ou quatro suítes e variam conforme posição e pavimento. Entre as unidades de duas suítes, o projeto conta com plantas tipo de 150 m².

Nas unidades de três suítes, há diferentes configurações. Uma delas possui aproximadamente 197,76 m², existem outras com mais de 200 m².

Os apartamentos de 4 suítes possuem de 285,63 m² a 424 m².

As plantas mantêm elementos como living amplo com cozinha, sacada com churrasqueira, garagem multiuso, lavabo, área de serviço e automação FlexHome. Mais do que oferecer diferentes metragens, o projeto cria possibilidades distintas de relação entre residência, garagem, áreas externas e paisagem.
Garden, apartamentos tipo e coberturas
A variedade de plantas permite escolher não apenas quantos metros quadrados uma residência terá, mas também como ela será vivida.
No pavimento Garden, algumas unidades incorporam áreas externas privativas e aproximam ainda mais o apartamento do paisagismo.
Nos pavimentos tipo, permanecem características centrais do projeto, como garagem multiuso, living integrado, suítes e varanda.
Nas coberturas, as áreas privativas aumentam e determinadas configurações incluem quatro suítes, banheira de hidromassagem e amplas áreas sociais.
É uma diversidade que atende diferentes momentos e composições familiares sem abandonar a mesma proposta arquitetônica.

Áreas comuns que acompanham diferentes momentos da rotina
A arquitetura das áreas sociais segue uma linguagem marcada por luz natural, materiais atemporais, paisagismo e ambientes acolhedores, segundo o caderno do empreendimento.
O projeto apresenta espaços destinados a diferentes momentos da vida cotidiana, incluindo hall de entrada, sala de reuniões, sala de jogos, Espaço Beleza, academia, brinquedoteca, Espaço Kids, playground, mini quadra, Pet Place, Grill, salão de festas, área gourmet e piscina.
A proposta faz com que lazer, trabalho, convivência, atividade física e bem-estar possam acontecer dentro do próprio empreendimento.
Em vez de concentrar a experiência residencial exclusivamente dentro dos apartamentos, o Park Haus estende essa lógica aos espaços compartilhados.
Tecnologia integrada à rotina
Outro elemento presente nas plantas é a automação FlexHome.
A tecnologia acompanha a proposta central do empreendimento: reduzir atritos da rotina e permitir que arquitetura, engenharia e automação trabalhem de maneira integrada. Não se trata apenas de adicionar equipamentos tecnológicos à residência, mas de preparar os ambientes para uma forma de morar cada vez mais conectada.
Este é um diferencial implementado nos empreendimento da Beco Castelo desde 2015.
Cacupé como parte da experiência

O Park Haus está em Cacupé, Florianópolis, um endereço marcado pela presença da natureza e pela paisagem da Baía Norte.
Aqui, a localização não funciona apenas como endereço. Ela participa da arquitetura.
Varandas, grandes esquadrias, iluminação natural e paisagismo reforçam a relação entre os espaços construídos e o entorno, fazendo com que o verde e a paisagem estejam presentes na experiência cotidiana.
É justamente nesse encontro entre natureza, arquitetura e privacidade que o Park Haus constrói parte de sua identidade.
Um projeto que começa pela chegada
O Park Haus propõe uma mudança de perspectiva.
Em vez de pensar apenas no apartamento depois que a porta se fecha, o projeto considera toda a experiência de morar, inclusive aquilo que acontece antes dela.
A circulação.
A chegada.
A relação entre carro e residência.
A acessibilidade.
A luz.
A ventilação.
A tecnologia.
Os espaços de convivência.
E o tempo dedicado às pequenas etapas da rotina.
O resultado é um empreendimento que nasce de uma pergunta feita há mais de duas décadas e chega a Cacupé como uma nova interpretação sobre o que significa morar.
Park Haus Cacupé.
Uma arquitetura pensada não apenas para ser vista, mas para transformar a forma de viver.
O novo não é tendência. É essência.



